sábado, 11 de setembro de 2010
me, me n me, it's a fool
E toda vez que tentamos voar, caímos, seja pela falta de esperança ou pela falta de asas, tanto faz. Numa boa, nem adianta eu me mostrar indignada, ou revoltada com o mundo, como eu geralmente faço, porque só reclamar e se assustar não resolve nada, então acho melhor eu ficar tentando induzir as pessoas à uma melhora, apesar de que uns noventa por cento das pessoas que lerem meus textos, não vão sentir nem uma pontinha de revolução brotar nas suas mentes, mas enfim, eu sou brasileira e não desisto nunca, até porque sempre tem aqueles que possuem um cérebro e têm uma visão ampla das coisas, sendo assim, essa minoria pode muito bem contribuir para o maior problema do mundo, a sua destruição. Não pretendo dar uma de eco chata, até porque eu nem conseguiria, eu acho que é melhor focar em uma só questão, que eu penso ser a solução da maioria das outras questões, a tal da união. E eu te pergunto leitor, se você e uma outra pessoa estivessem correndo risco de vida, e houvesse apenas como salvar um de vocês, o que você faria, se salvaria, ou salvaria seu colega? Tá, essa é óbvia, você se salvaria. E é aí que mora o problema, o maior problema, o egocentrismo, a porcaria de pensamento que induz as pessoas à se colocarem em primeiro lugar em tudo quanto é caso. Não é só em casos tensos como esse que mora a porcaria do egoísmo, mas também em casos tolos e diários, como por exemplo comer uma bala e nem ao menos oferecer ao colega, por questão de educação, tá, pode rir ou me achar ridícula, mas isso te faz cada vez mais egoísta e interesseiro, o que pode não só acabar com você, mas com o mundo também, porque se uma pessoa que possui essa personalidade óbviamente irá contribuir para que o mundo se destrua, quebre em pedaços, perca a cor e a vida. Os atos, e as gentilezas deveriam ser feitos por gosto, por vontade de ajudar e não por interesse. Deixo as pessoas falarem, que falem, que comentem, que critiquem, não vejo problema algum em enxergar a verdade e querer a verdadeira felicidade. Sonhadora, pedreira, tola, poeta dos quintos, aceito qualquer conceito, porque ao contrário de muitos, eu quero ser quem eu sou e não um alguém que agrada à todos, um alguém simplesmente fútil.
Assinar:
Postar comentários (Atom)


Nenhum comentário:
Postar um comentário